Partindo do pressuposto de que tudo acontece por algum motivo, penso que é cabível a ideia de que os fatos sucederam para que se pusesse fim em costumes arcaicos e saisse desta esfera de conforto. Um estopim. O clímax, onde uma escala se encerra e outra gradação começa a acontecer, de maneira ascendente.
É chegada a hora. Como tantas vezes foram dadas a mesma chance, em ocasiões diferentes. Algumas foram bem aproveitadas, outras desperdiçadas pelo tempo; sem culpa, apenas desperdício.
Mais uma vez se apresenta outra aurora além, outro tempo de despojar-se. E tantos outros tempos virão o quanto for preciso. Basta existir para sermos presenteados com uma vastidão de vidas numa única, todas revelando diariamente suas infinitas oportunidades para que se evolua.
Boa sorte é estar vivo.
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Hábito (latim habitus, -us, estado (do corpo ou de uma coisa), constituição, trajo)
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
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